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Gestão de servidores Linux para MSPs

O KairosLink suporta servidores Linux?
Sim. O KairosLink gerencia servidores e estações de trabalho Linux com um agente nativo feito sob medida, separado do agente Windows, cobrindo inventário, software instalado, serviços systemd, processos, monitoramento com alertas, tarefas agendadas, explorador de arquivos, comandos bash e gestão de patches completa.
Posso aplicar patches no Ubuntu pelo console?
Sim. O console levanta as atualizações pendentes do dispositivo, instala todas ou apenas algumas, oferece um modo só de segurança e mostra o progresso ao vivo durante a instalação. No Ubuntu e no resto da família Debian ele trabalha com apt.
Funciona para o AlmaLinux?
Sim. O AlmaLinux é uma das distribuições suportadas, junto com Red Hat Enterprise Linux, Rocky Linux, CentOS e Fedora. Nessa família a gestão de patches funciona com dnf.
Quais distribuições Linux o KairosLink suporta?
As principais distribuições Linux: Ubuntu, Debian, Red Hat Enterprise Linux, Rocky Linux, AlmaLinux, CentOS, Fedora, openSUSE, SUSE Linux Enterprise, Oracle Linux, Amazon Linux, Arch Linux e Alpine. Todas precisam de systemd e da arquitetura x86_64. O Alpine, que por padrão usa OpenRC, precisa estar configurado com systemd.
O que o agente Linux instala no servidor?
Um binário nativo de cerca de 2,4 MB sem dependências de sistema, registrado como serviço systemd. Ele roda como root e sobe junto com a máquina. Não exige interpretadores nem pacotes extras.
Com que frequência um dispositivo Linux reporta?
A cada 20 segundos. É esse heartbeat que mantém o estado online e offline do console correto quase em tempo real.
O que acontece quando um patch do Linux precisa de reinicialização?
O console detecta a reinicialização necessária e informa. A reinicialização é agendada pelo console e pode ser cancelada: o servidor nunca reinicia sozinho.
Posso impedir que um servidor Linux se atualize sozinho?
Sim. O KairosLink assume as atualizações automáticas do sistema para que o MSP seja o único a decidir quando cada servidor atualiza, e essa decisão é configurada por cliente.
E os servidores Linux clonados da mesma imagem?
Cada dispositivo é identificado pelo UUID de hardware, com o machine-id como alternativa. Um servidor clonado de um template se registra como dispositivo próprio e nunca é confundido com o original.
A IA também escreve comandos para Linux?
Sim. O console de comandos com IA escreve bash para dispositivos Linux. O técnico revisa o comando antes de executar, e a execução é auditada com o técnico, o dispositivo, o comando completo, a saída e a data e hora.
A saída dos comandos preserva os caracteres acentuados?
Sim. A saída trafega em UTF-8 completo, então acentos e outros caracteres especiais chegam ao console exatamente como o servidor os devolve.
O console mostra a mesma coisa para um dispositivo Windows e um Linux?
Não: o console distingue sozinho a plataforma e mostra apenas o que pertence àquele sistema operacional. Um servidor Linux mostra as unidades e os timers do systemd; um dispositivo Windows mostra os dele.
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